Esta é a minha página que irei relatar fatos sobre minha infância e a escola em
que trabalho.
Assim que fiquei sabendo desta atividade, comecei a conversar com minhas irmãs, com meu pai pelo telefone e pedi para que ele converssase com nossos vizinhos, que me viram crescer. Fiquei um pouco preocupada no início, porque moro em Novo Hamburgo desde 1985, porém sou natural de Erechim e passei minha infância dos 0 aos 10 anos lá, na verdade até os 13 anos. Quando nos mudamos para Novo Hamburgo, trouxe pouca coisa, bonecas, brinquedos, livros, boletins, fotos, tudo ficou Lá. Meu irmão ficou morando na casa e com o tempo tudo foi se perdendo infelizmente.Minha mãe faleceu quando eu tinha15 anos,meus pais já eram separados nesta época, ele voltou à morar em Erechim e nosso contato hoje é praticamente por telefone. Mas dificuldades a parte remexendo na memória e conversando com as pessoas revivi muitas coisas incríveis da minha infância. Também mandei um email para a Prefeitura de Erechim,explicando um pouco da atividade e pedindo que se fosse possível enviar algum material ou fotos da escola onde estudei até os dez anos, que por coincidência foi a mesma escola. Então mãos a obra vamos começar.
Questões do Memorial da minha infância:
1) Como estava o dia em que nasci?
2) Como foi a expectativa em relação ao meu nascimento?
3) Que horas eu nasci?
4) O que significou para ti meu nascimento?
5) Como foi meu primeiro ano de vida?
6) Quais os fatos da minha infância que mais te marcaram?
7) Me conte algo que vivenciamos juntos na minha infância.
8)Como me relacionava com as pessoas na minha infância?
9) Como me comportava na escola? Eu gostava de estudar?
10) Quais eram meus medos?
11)Do que eu mais gostava de brincar?
12 Quais eram meus sonhos? O que eu queria ser quando crescer?
PESSOAS QUE ENTREVISTAREI:
Ana Maria (irmã)
Maria Lourdes (irmã)
Adão da Silva (pai)
Artur Diesel (cunhado) por telefone
Taciana (amiga infância) por telefone
MINHA INFÂNCIA
Nasci no dia25 de dezembro de 1971, na cidade de Erechim, no hospital de Caridade, meu pai é Adão da Silva e minha mãe Valdemiria Ramos da Silva, sou a filha número 6, a caçula da família. Segundo meus informantes, no dia 25 de dezembro, pela manhã minha mãe preparava-se para iniciar o tão esperado almoço de natal, quando começou a sentir as dores do parto. O que aconteceu a seguir foi lindo, "não para meus 5 irmãos que ficaram sem almoço de natal e tiveram que se contentar com a comida da minha irmã mais velha, que tinha 12 anos de idade." Meu pai levou minha mãe para o hospital,(dos 6 filhos apenas eu e meu irmão número 5 nascemos no hospital, os outros foram em casa com parteira), e exatamente às 11 horas, nascia um bêbe lindo e louro de olhos claros. Meu pai sempre diz que fui o presente que ele deu à minha mãe de natal e se renova todo ano o presente. Minha mãe sempre contava que a data do meu nascimento foi a confirmação de que ela tinha tomado a decisão correta. Vamos a decisão tomada: Quando meu irmão número 5 nasceu o Luís, minha mãe sofreu um derrame que paralisou por 6 meses todo o lado direito de seu corpo,ficou muito tempo no hospital e veio para casa, sem perspectiva de voltar a andar, aos poucos foi se recuperando, porém, gravidez nem pensar mas na epoca sem televisão, meu irmão estava com menos de 2 anos, minha mãe engravidou. A doutora que conhecia sua história, disse que a gravidez não podia continuar e precisava ser interrompida, porque ela corria risco de vida e era melhor sacrificar um bêbe do que deixar 5 órfãos, receitou uma medicação para minha mãe tomar. Minha mãe, foi para casa rezou e resolveu colocar no lixo a receita, procurou outro médico, não contou sobre o derrame apenas que tinha pressão alta, o médico acompanhou a gravidez, que foi muito tranquila deu tudo certo no parto com ela e comigo. Minha mãe faleceu quando eu tinha 15 anos, mas a história de coragem e força que ela me ensinou não morre jamais, e conversando com minha família percebo agora a preocupação e angustia que eles viveram durante a gestação da minha mãe.
Meu nome como todas que nascem no natal era para ser Natalina e pela fé da minha mãe no menino Jesus, ela queria homenageá-lo, logo meu nome seria (não vale rir), Natalina de Jesus da Silva. Por sorte meu pai foi sozinho me registrar, quando a moça do cartório perguntou o nome meu pai disse qual seria, a moça achou muito feio e sugestionou Sueli Teresinha, meu pai concordou e registrou. Só que não contou para minha mãe a troca do nome e ela como era analfabeta guardou o registro sem saber, tempos depois minha irmã leu o registro para ela, meu pai diz que até hoje lembra a cara de brava da minha mãe, ele diz que em toda a vida nunca viu alguém tão furiosa.
Passando estas curiosidades de nascimento e nome, fui uma garotinha lourinha, crespinha de olhos verdes, orgulho da mamãe e dos irmãos. Caminhei com 9 meses, graças a ajuda do meu irmão número 5, e da minha irmã Ana seis anos mais velha do que eu, que vivia me carregandopela casa. Minhas irmãs adoravam me levar para passear por toda a parte isso inclui tombos de bicicleta comigo na carona, tombos de carrinho de mão, tombo de jogar o bêbe para cima e não dar conta de pegar a tempo, entre vários outros que me relataram, coisas que só os caçulas passam.
Em março de 1976, com 4 anos de idade comecei minha vida escolar, extinto jardimA,levada todos os dias pela minha irmã Ana, foi um ano difícil não me adaptei com a professora, não lembro o nome dela, apenas que ela tinha cara de brava. Passei o ano todo sem falar uma só palavra dentro da sala, nem com ela nem com meus colegas, quanto mais ela queria me obrigar a falar, mais eu me mantinha calada, hoje percebo que eu fazia aquilo para provocá-la.Foi o ano que esmaguei meus dedinhos, a tampa da caixa onde guardávamos nossos sapatos caiu e pegou meus dedos da mão esquerda o anelar e o dedo médio, minha família lembra que foi um horror, pensavam que ia perder metade dos dedos, que nada se reconstituiu, eu lembro que foi ótimo poque fiquei um tempão sem ir para a escola.
Segundo meus informantes, sempre fui uma criança calma, brincava muito na rua com as crianças da vizinhança, as brincadeiras eram: perna de pau, meu irmão me ajudava construir nós andávamos na rua de perna de pau, corda, eu era craque em pular corda, elástico e as cabanas do tarzan, subi muito em árvore, comi muita amora, levei várias tundas por manchar a roupa com amora, e também jogava bolita(a popular pinica), e as vezes brincava de casinha com as amiguinhas.
Eramos uma família muito unida, porém simples apenas meu pai trabalhava, as dificuldades existiam mas o bom humor prevalecia e fazíamos graça até de nossas desgraças. O ano passava sem grandes acontecimentos, salvo quando meu irmão sujava a jaqueta de manhã que eu tinha que usar de tarde, então a briga era grande. Mas quando chegava o natal as coisas mudavam, era a data esperada por todos primeiro porque nos livravamos da escola e segundo porque era meu aniversário, o único aniversário que tinha festa e torta. Meu pai comprava uma garrafinha de laranjinha para cada convidado e colocava num saco com serragem para manter gelado, não tinha refrigerador. Minha irmã Maria 9 anos mais velha do que eu, se encarregava de fazer a torta e fazia dura que era um pau, bom ficava só os recheios, agora descobri que ela não sabia fazer pão-de-ló, por isso o bolo ficava daquele jeito. Minha mãe fazia as compras eu sempre acompanhava, ela comprava uma roupa para cada um de nós usar no natal, eu sempre ganhava um vestido e uma boneca. Na verdade eu nunca gostei muito de usar vestido e nem de brincar de boneca, mas como não me perguntavam o que eu queria ganhar, pensava que tinha que ser assim. O presente que mais gostei foi quando meu irmão ganhou uma bicicleta vermelha Monark, eu aprendi andar sózinha quando ele não estava andando, naquele ano eu ganhei uma dorminhoca aquela bonecas que ficam em cima da cama, foi no natal de 1978. Em 78, também iniciei a 1º série na Escola São Cristovão a mesma do jardim, os primeiros meses de aula não foram fáceis. Eu escrevia com a mão esquerda e a professora não permitia de forma alguma, me obrigava a colocar a mão esquerda em baixo da classe e só escrever com a direita. Eu não conseguia, na entrga de boletins(na época era bimestral), eu tinha quatro notas vermelhas, minha mãe ficou apavorada e a professora explicou para ela que eu estava tendo dificuldades com a mão direita, mas ela estava fazendo o possível para que eu me adaptasse logo. Minha mãe explicou para ela que meu pai é canhoto e que na minha família era muito natural escrever com a mão esquerda, a professora com má vontade concordou com minha mãe e liberou minha canhotinha de baixo da mesa, resultado passei de ano.
Em setembro de 1979, nasce minha primeira sobrinha, filha da minha irmã mais velha, foi uma das maiores alegrias da minha vida, Daniela o nome dela. Neste ano eu estava na segunda série lia e escrevia tudo meus irmãos faziam eu ler para todo mundo que aparecia lá em casa, com eu era baixinha sempre aparentava menos idade do que realmente tinha,então as pessoas ficavam impressionadas, quando viam que eu sabia ler.
Dezembro de 1981, completei 10 anos e terminei a 4º série na escola, em março de 82 me tranferi para uma escola estadual, bem maior do que a que eu estava acostumada e os colegas também. Eu era a menor da turma e acho que da escola também, o que eu mais gostava era de ensaiar para desfilar no dia sete de setembro, eu e meu irmão competia no brilho do sapato, qual sapato ficava mais bonito para o desfile, era um evento a cidade toda ia para a avenida assistir o desfile, as escolas eram obrigadas a desfilar. Enfim estão aí os fatos que marcaram minha infância é uma pena que não tenho fotos desta parte da minha vida, naquele tempo as fotos eram muito caras, existiam algumas de binóculo eram mais baratas, eu tinha várias de binóculo mas elas estragaram, com o tempo ficaram manchadas e foram para o lixo. A minha irmã tem algumas do primeiro ano da minha sobrinha eu tinha 8 anos se conseguir vou colocá-la na página.
| Data |
Acontecimento na infância |
Acontecimento no mundo |
| dezembro 1971 |
Meu nascimento |
Nascimento de Ricky Martin |
| março 1976 |
Inicío da minha vida escolar |
Criação da Fundação de Arte(FUNARTE) |
| março 1978 |
Inicío na primeira série |
Pres.Ernesto Geisel visita Alemanha |
| setembro 1979 |
Nascimento da minha sobrinha |
Brizola volta do exílio |
| março 1982 |
Troca de escola |
Pres. João Figueiredo chega em Bogotá |

HISTÓRIA DA MINHA ESCOLA

NOME DA ESCOLA: Escola Municipal de Ensino Fundamental Pres. Tancredo Neves
ENDEREÇO: Rua Elvira da Conceição, 153 - Bairro: Canudos - Novo Hamburgo
QUESTÕES SOBRE A ESCOLA:
1) Desde que ano trabalha na escola?
2) Quais as séries?
3) Como era a escola?
4) Quais as mudanças mais significativas?
5) O que mais marcou na sua trajetória?
6) Quem era o prefeito na época da fundação da escola?
7) Cite um fato importante para o crescimento da escola?
8) Número de aluno que tinha na escola?
9) Como era a comunidade escolar? Quias as principais mudanças que ocorreram?
Pessoas entrevistadas:
Ana Lúcia Juchem: (está na escola desde 1988, foi vice-diretora da escola de março de 89 até março de 95).
Gisela Brune Leidemer( está na escola desde 1988, é orientadora da escola).
Neli Aparecida pereira da Silva( está na escola desde sua inauguração, foi vice dirtora de março de 95 até 2001).
Jeane M.Oliveira Schuch Martins( está na escola desde sua inauguração, e desde março de 89 é a diretora da escola).
FILOSOFIA DA ESCOLA
Partindo do princípio de que a vida é um bem maior, que a educação é um processo permanente de aprendizagem e que o ser humano está em busca de seu desenvolvimento físico, mental, emocional, social e espiritual interagindo e transformando o seu meio: a Escola em parceria com a Comunidade acredita no resgate e na valorizaçãodos diferentes saberes, na qualificação do indivíduo e no equilíbrio frente às mudanças que ocorrem na humanidade.
TANCREDO UMA HISTÓRIA DE SUCESSO
A Escola Municipal de 1º Grau Incompleto Presidente Tancredo Neves, iniciou suas atividades em 5 de agosto de 1987, sob a direção de Sirlei Teresinha Koch, primeira diretora da escola, o prefeito da cidade neste ano era o Sr. Atalíbio Foscarini, tio do atual prefeito de Novo Hamburgo o Sr. Jair Foscarini. Nesta época a escola era anexa da Escola Municipal Senador Salgado Filho, recebendo assim parte de sues alunos e também da Escola Municipal Ver. João Brizola. A princípio a escola contava com quatro salas de aulas, uma sala para os professores, uma para projetos extraclasse, uma cozinha, dois banheiros para os alunos e um pequeno depósito. O quadro de funcionários da escola era formado por uma diretora, nove professores e duas zeladoras. A escola iniciou suas atividades com 144 alunos matriculados. Oriundos de famílias de nível sócio econômico baixo, vindas a maioria do interior para trabalhar nas Fábricas de Calçados, a comunidade escolar era pequena, a escola era o último prédio da rua. Com o tempo a migração de famílias em busca de trabalho fez com aumentasse a população do bairro e automaticamente o número de alunos aumentaram significativamente, casas foram construídas em volta da escola em áreas verdes e áreas de banhado, onde não poderiam ser construídas, quando chove a inundação nas casas é inevitável e muitos alunos não conseguem vir para a escola nestes dias.
Para o ano letivo de 1988, a Escola foi ampliada com mais duas salas de aula e igualmente em 89, contendo então oito salas de aulas.
Em 16 de março de 1989 assumiu a direção da escola a senhora Jeane Maria de Oliveira Schuch, que permanece no cargo até hoje.
No ano de 1995, foi realizado o 1º Festival de Talentos na escola evento, este que acontece todos os anos no mês de outubro. Cada turma ensaia uma dança para apresentar no dia do show, as coreografias são diversas, assim como os figurinos, a escola é toda decorada para o evento, a prefeitura empresta o palco e toda a comunidade vem prestigiar e aplaudir seus pequenos artistas.
A partir de 17 de fevereiro de 1999, com o Decreto Municipal nº 234/99 a escola passou a chamar-se Escola Municipal de Ensino Fundamental Pres. Tancredo Neves.
No ano de 2000, a escola foi ampliada novamente sendo construída uma nova sala de aula onde hoje é desenvolvido o laboratório de informática.
Também neste ano foi construída a quadra de esportes, um dos lugares favoritos dos alunos.
Novamente em 2002, houve a necessidade de ampliação da escola, a prefeitura apresentou o projeto para a comunidade, onde seriam construídas, seis salas de aula, sendo uma destinada para a biblioteca , três banheiros, e uma sala destinada para materiais diversos.
No dia 15 de março de 2003, após um ano de muita luta, foram inauguradas as nova dependências da escola, contando com a presença de várias autoridades locais, entre elas o Srº prefeito José Airton dos Santos, pais, professores, alunos e comunidade em geral.
No ano de 2004, foram ampliadas as turmas, iniciando-se pela primeira vez o 6° ano , atendendo os alunos sorteados em 2003.
Cabe destacar que a escola, por não ter autorização de funcionamento para 5° e 6° ano, permaneceu anexa da escola Sen. Salgado Filho.
Em 2005, o ano letivo iniciou com novidades, entre elas a inauguração de uma escola próxima a nossa, no qual alguns alunos foram transferidos para a mesma. A matrícula inicial neste ano letivo foi de 710 alunos. E foi o ano em que iniciei minhas atividade profissionais na Tancredo, exatamente no dia 27 de abril de 2005, com uma turma da 1º série de alfabetização no turno da manhã.
No turno da noite, em 2006, contamos com uma turma de 27 alunos do Projeto de Ensino de Jovens e Adultos - AJA/EJA. A maioria parentes de nossos alunos e pessoas vindas do interior.
Em 2007, estamos preparando um baile no salão da Paroquia do bairro, com a ajuda dos pais da APEMEM, que se realizará agora em agosto para comemorar os 20 anos de Tancredo. Além de vários outros eventos que acontecerá durante todo o mês de agosto. A escola trabalha por Projeto e o último trabalho foi Jogos Pan Tancredo, tivemos a abertura oficial, as bandeiras de todos os países, o hino, o jornal NH foi nos prestigiar, mas principalmente tivemos a harmonia, a união das equipes e o empenho de todos os alunos para que o Pan Tancredo acontecesse. E este ano tem muito mais, tem a Feira Multicultural, Festival de Talentos e por aí vai. O que me chama a atenção na escola é o prazer que eu e todas as colegas temos em realizar nossas atividades e ver nossos alunos felizes, a escola é uma extenção da casa deles, eles terminam o tempo de escola, vão para outra escola continuar seus estudos, mas estão sempre na Tancredo dando oi, matando saudades, contando histórias e sempre participando dos eventos que a escola oferece, alguns casam, trazem os filhos para conhecermos, fotos enfim, continuamos na vida destas crianças com muito orgulho. A comunidade Também apesar de carente está sempre colaborando e todos fazendo o seu melhor para uma escola de qualidade e cada vez mais construindo histórias.
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Comments (3)
Anonymous said
at 8:59 pm on Aug 8, 2007
Querida colega, estamos quase na mesma situação, não tenho quase nada de foto de quando era pequena, mas o que vale é que nos puxamos pra este trabalho sair bom. O bom é que sempre podemos contar com alguém. Bjos. Rosimari
Anonymous said
at 7:55 pm on Aug 9, 2007
Querida Sueli Teresinha
teu memorial ficou lindo.
gostei da história do teu nome Natalina, é gratificante lembrarmos de nossa vida né?Tua mãe te acompanhará onde ela estiver tenha fé em Deus e tudo será melhor Também não tenho fotos pois meu tempo é bem pior. Legal tb. a tua escola capriche
se quiser veja o meu memo.
Beijocas
Regina
Anonymous said
at 3:50 pm on Aug 18, 2007
Um ótimo trabalho Sueli! Seu memorial da infância é agradável para leitura e emocionante em seu conteúdo. Parabéns! O memorial da escola é identico ao da Rosimari, trabalharam juntas? Beijos
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